O nariz concentra grande parte dos casos de carcinoma basocelular e espinocelular tratados com cirurgia micrográfica de Mohs, e é uma das regiões da face de maior complexidade para reconstruir. A escolha do reparo depende da subunidade nasal envolvida: dorso, ponta, asas, columela, paredes laterais ou triângulo mole, cada uma com espessura/textura e curvatura próprias.
Em análise retrospectiva de casos de reconstrução nasal pós-Mohs, publicada na Surgical & Cosmetic Dermatology (2020), os retalhos foram o método de reparo mais utilizado. A combinação de técnicas foi significativamente mais frequente quando múltiplas subunidades estavam comprometidas: 54% dos casos, contra 29% em subunidade única.
Feridas operatórias nasais extensas, que ultrapassam os limites de uma única subunidade, tendem a exigir planejamento reconstrutivo mais elaborado.
A restauração funcional e estética do nariz são essenciais para minimizar (ou zerar) o impacto na qualidade de vida.
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Agendar consultaDr. Felipe Cerci · Médico · Dermatologia · RQE 1023 · CRM-PR 24825
