A Cirurgia Micrografica de Mohs envolve etapas sequenciais: o tumor é removido, o material é preparado para análise microscópica e o paciente aguarda o resultado. Caso ainda haja células tumorais nas margens, uma nova etapa de remoção é realizada. Esse processo pode prolongar o tempo total da cirurgia.
Por esse motivo, a anestesia local é a forma anestésica mais utilizada, especialmente nos Estados Unidos, onde a técnica foi desenvolvida. Entre os métodos anestésicos disponíveis, ela é considerada a opção mais segura para a grande maioria dos pacientes, principalmente em uma população que frequentemente apresenta comorbidades como hipertensão, diabetes ou doenças cardíacas.
Em alguns casos, no entanto, a sedação também pode ser utilizada. Isso pode ocorrer quando o paciente prefere maior conforto, possui fobia de agulhas ou quando a cirurgia envolve áreas mais sensíveis, como pálpebras ou regiões mais extensas da face.
A escolha do método anestésico deve sempre levar em consideração a segurança e o conforto do paciente, sendo definida de forma individualizada.
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Dr. Felipe Cerci CRM 24825 | RQE 1023
Dermatologista – Cirurgia Micrográfica de Mohs
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